Em junho de 2008, este que vos escreve daria início a um projeto de "malhação" literária policial chamado 'Papo Volvos'. Desde então, Papo já passou por quatro layouts, duas mortes e três ressurreições. Bom, por quase um ano, nada foi publicado, mas muita água rolou por baixo da ponte: diversas mudanças de conceito, gênero, parcerias mal sucedidas, sugestões de personagens, pedidos de retorno e fatos que marcaram a história do Brasil e do mundo. Volto a publicar, pois receio estar mais maduro e seguro quanto ao conteúdo literário. Começo com uma informação peculiar: o que nunca revelei nestes quase três anos - pelo menos não por completo, é que, antes de se tornar um personagem, Papo Volvos seria uma série de metaficções noir em primeira pessoa, sem conexão mandatória entre um texto e outro. O primeiro texto publicado foi o único nesta linha, apesar de já carregar o código genético da evolução que viria pela frente.
É com esta postagem e com um novo visual que inauguro a versão 2011 de Papo Volvos. Próximas postagens do autor incluem a origem do nome, influências da música e análise do primeiro texto publicado.
PS.: Layouts antigos são: o preto e branco com fotos em vermelho; o bege com uma gravura de um homem com cabeça de águia; o oliva com uma diluição de sangue; o abacate com placa de rodoviária.
Pé na porta e soco na cara,
Nelson
E o primeiro texto ainda é um dos meus favoritos.
ResponderExcluirTem fogo aí, cara?